quarta-feira, 29 de junho de 2011

Parabéns aos novos Biólogos do CES/JF

Os nossos cumprimentos por essa grande conquista!
Colação de grau - Dia 07/07/2011 às 20:00 
Salão FHC - Campus Academia
BARBARA BRUNA ABREU DE CASTRO
BIANCA OLIVEIRA DE AZEVEDO
BIANCA SILVA E SOUZA
CAMILA CAVADAS BARBOSA
DANIELE PEREIRA DA SILVA
DANIELLE CRISTINA RODRIGUES SILVA
DANIELLY DE SOUZA GAMA
JANAÍNA TEIXEIRA REIS
JONAYNE APARECIDA DUQUE DE FREITAS
LETÍCIA PACHECO DE OLIVEIRA
LUDMILA LACERDA CAMPANA
LÍLLIAN FRANO BARCIA
LUANA CORTEZ RIBEIRO
MARCELA APARECIDA DA SILVA
MARILIA CRISTINA DE SOUZA
MATHEUS GUIMARÃES CARDOSO NOGUEIRA
OIRIAN TORRES ALVES
PATRICIA RIBEIRO DE CARVALHO
PEDRO DUTRA LACERDA
RAFAELA PELLICANO
ROBERTA MELHIM MAGALHÃES
TATIANE APARECIDA DE ALMEIDA
THAYNARA COSTA DE MELO MOLINA


quinta-feira, 16 de junho de 2011

Mariana e os Peixes-boi

Estagiar no Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) é para quem realmente quer a vida de pesquisa em campo e pra quem luta pelo sonho de uma sociedade de valores sustentáveis e de respeito ao meio natural.
O estágio no IDSM normalmente segue um padrão de editais abertos, mas no meu caso foi diferente. Há quatro anos, desde que entrei no curso de Ciências Biológicas do CES, tento ir para a Amazônia trabalhar com Botos Vermelhos (Inia geoffrensis) ou como mais conhecidos no sudeste, Botos Cor-de-rosa. A insistência e o contato com pessoas que já estavam pesquisando na área de cetáceos me levou a conseguir uma bolsa de estagio no IDSM no Grupo de Pesquisa em Mamíferos Aquáticos Amazônicos - GPMAA coordenado pela Doutora Miriam Marmontel.
A paixão pelos golfinhos, a insistência e a força de vontade me levaram ao lugar mais sonhado por todo biólogo campeiro, se é que essa expressão existe!
O estágio tinha como objetivo a Educação Ambiental para a conservação do Peixe-Boi Amazônico (Trichechus inunguis) e, também foi uma dos motivos pelo qual fui chamada, pois já havia trabalhado com Educação Ambiental em Juiz de Fora. O trabalho de Educação Ambiental consistia basicamente em reuniões dialogadas com os membros das comunidades tradicionais que ainda tinham em seus costumes e cultura a caça do peixe-boi. Essas reuniões seguiam a estratégia dos DRP’s (Diagnósticos Rurais Participativos), os quais permitiam aos ribeirinhos que construíssem seus próprios pontos de vista e soubessem interpreta-los a partir da problemática ambiental criada em torno da caça do peixe-boi. Mas não só os adultos são foco desta ação de educação hoje chamada de Educação para a Sustentabilidade.


Além dos DRP’s eram realizadas palestras, atividades lúdicas e dinâmicas com as crianças e jovens das comunidades ribeirinhas. Essas atividades garantiam uma Educação Ambiental formal dentro das escolas com o auxilio de uma Cartilha desenvolvida especialmente para trabalhar o tema da caça do peixe-boi de forma simples e aplicada (Cartilha O Peixe-Boi Amazônico).


Ao contrario do que muitos leigos pensam a caça do peixe-boi não é uma atrocidade e sim um fato histórico que compõe a cultura de varias gerações de pessoas que se utilizam dos recursos naturais para sobreviver.
Mas esse não era o meu objetivo principal. E qual era? A pesquisa com Botos Vermelhos era. Após três meses de submissão de projeto ao comitê Cientifico e Ético do IDSM meu projeto de pesquisa foi aprovado. E ai eu iniciava meu projeto de pesquisa que será ainda esse ano minha monografia.

Se valeu a pena? Muito a pena. As condições são as mais simples (banho nos lagos e rios, sem tv, celular ou internet) há que se incorporar a cultura e respeitar as individualidade e contar sempre a energia e bom tempo da Floresta Amazônica. Para mim tudo isso bastou e me foi um luxo. As estruturas e apoio dos pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá fazem você realmente se sentir parte da pesquisa e ser pesquisador. Poucos lugares oferecem tanto apoio e incentivo a pesquisa.
Para aqueles que querem tentar, todo o meu incentivo, e aqui site do Instituto Desenvolvimento Sustentável Mamirauá: www.mamiraua.org.br



Mariana Paschoalini Frias, é aluna do 8° período do curso de Ciências Biológicas do CES\JF

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Josélia, bióloga formada no CES/JF, bem sucedida na área de saúde


Josélia Mara da Silva ingressou no curso de Biologia do CES em 2004 formando-se em 2007. Durante o curso foi monitora da disciplina Genética molecular e desenvolveu um projeto de iniciação científica na área de citogenética, onde teve a oportunidade de publicar dois resumos de trabalhos em congressos nacionais. Ainda durante a graduação, apareceu a oportunidade de realizar um estágio na área de Anatomia Patológica e Citopatologia em Juiz de Fora onde aprendeu diversas técnicas utilizadas em histologia e citologia. Esse estágio despertou em Josélia, a vontade de trabalhar na área de saúde e então desenvolveu seu trabalho de conclusão de curso aliando o estudo do câncer e a terapia gênica. Ela não parou por aí! Depois de formada Bióloga no CES, partiu para a pós-graduação em Oncologia em Belo Horizonte – MG. A experiência acumulada em estágios, durante a graduação no CES, contribuiu para que, durante sua pós-graduação, Josélia já estivesse empregada como Bióloga em outro Laboratório de Anatomia Patológica e Citopatologia de Belo Horizonte. Em 2008 ela obteve o título de especialista em Oncologia e em 2011 voltou para Caratinga, sua cidade natal, onde atualmente é Bióloga atuando também em citopatologia. Josélia destaca a importância do CES na sua formação: “A capacitação do corpo docente do CES e as oportunidades surgidas e aproveitadas durante o curso foram fundamentais para meu sucesso como profissional”. Josélia então é um ótimo exemplo de quem durante a faculdade escolheu a área de saúde para trabalhar e soube aproveitar a qualidade da formação do curso de Biologia do CES para trilhar um caminho de muito sucesso.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mais de 4 mil livros de ciência de graça


Agência FAPESP – A National Academies Press (NAP), editora das academias nacionais de ciência dos Estados Unidos, anunciou no dia 2 de junho que passou a oferecer seu catálogo completo para ser baixado e lido de graça pela internet.
São mais de 4 mil títulos, que podem ser baixados inteiros ou por capítulos, em arquivos pdf. A NAP publica mais de 200 livros por ano nas mais diversas áreas do conhecimento, com destaque para publicações importantes em política científica e tecnológica.
Os livros podem ser copiados livremente a partir de qualquer computador conectado na internet e mostram o esforço da NAP em democratizar o acesso ao conteúdo produzido pelas academias norte-americanas. As academias, que atuam há mais de 100 anos, são: National Academy of Sciences, National Academy of Engineering, Institute of Medicine e National Research Council.
Os títulos em capa dura continuarão à venda no site da NAP. A opção de ler de graça parte de livros ou títulos inteiros começou a ser oferecida pelo site em 1994. A oferta de todo o catálogo de graça para ser baixado em pdf foi feita primeiro para os países em desenvolvimento.
Mais informações: www.nap.edu